vitrola virtual | janelle monáe | the archandroid

Penteado exótico, rosto dramático, corpo livre no palco e um figurino futurista. É assim que Janelle Monáe vem dominando o cenário musical mundial. Convidada para abrir os shows de Amy Winehouse, no Brasil, no Summer Soul Festival, não fez feio e acabou virando uma grata surpresa. Segundo a imprensa brasileira, seu show foi considerado antológico. Janelle é uma artista sensacional. É uma verdadeira "entertainer".

Em seu último trabalho, ela teve como inspiração os mestres do drama e da ficção científica (Alfred Hitchcock e o escritor Philip K. Dick). “Tightrope” - uma das faixas mais dançantes do seu novo disco (The ArchAndroid - lançado no ano passado e inspirado no filme Metrópolis, clássico do cinema mudo dirigido por Fritz Lang.) tem pitadas de soul music, hip hop e o bom e velho pop tradicional - tornando a música imprescindível nas pistas de dança de todo o mundo. Em “Oh, Maker” – temos uma grata sensação de vida e que sofremos e amamos juntos; os arranjos são simples e dão uma ideia country. A voz de Janelle é a cereja do bolo: perfeita. Em “57821” – tudo é harmônico, suave…

Ela consegue reunir de tudo um pouco e são muitos os motivos que podemos especular para o apelo pop que esse cantora provoca: canta e dança com raro talento, é carismática, e tem a rara capacidade de misturar ousadia e apelo pop. Brilhante não é um adjetivo exagerado para descrevê-la. E ela sabe disso, tanto que não tem o menor medo de ser ambiciosa.

Seu swing me faz lembrar Michael Jackson, Fred Astaire, Prince, James Brown. Além disso tudo, tem um senso original de moda e androginia à la Grace Jones - estonteante. Digamos assim, estou completamente apaixonado. Janelle me dá vontade de viver…

e muito!

Galeria de fotos

Abreijos!

Foto e Vídeo reprodução

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1 comentários:

Taísa disse...

Muito massa! E ainda dança muito!

 
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